Currículo: O que não acrescentar

Veja algumas dicas do que não é necessário, nem recomendável colocar no seu currículo

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Muitos ainda não sabem qual é a importância de um currículo bem desenvolvido para sucesso no mercado. Por isso, muitas vezes fazem por fazer e não se preocupam com seu conteúdo e qualidade. É por meio dele que o profissional vai detalhar todas as ações ao longo da carreira, atribuições, resultados obtidos, o objetivo profissional e dados de contato. Enfim, é no currículo que irá apresentar como desenvolveu a carreira. Segundo a pesquisa realizada pela Catho Online, “A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros”, realizada com mais de 16 mil respondentes, o item mais valorizado no currículo pelos recrutadores é a experiência técnica anterior relacionada ao cargo, seguido da formação acadêmica. Portanto, são itens que sempre devem ser mencionados.

São comuns casos onde o candidato está muito tempo desempregado e justifica que fez pequenos trabalhos para cobrir aquele tempo vago, quando muitas vezes não é verdade. Os recrutadores captam essas mentiras porque, muitas vezes, ligam para as empresas para confirmar as informações citadas na seleção. No caso de períodos curtos em registro em carteira, recomenda-se mencionar mesmo assim e utilizar da honestidade e transparência.  Dizer ao recrutador que se desligou por um desconforto com a empresa é melhor do que citar algumas desculpas como demissão em massa ou fechamento do setor em que atuava, pois, os selecionadores percebem rapidamente mentiras desse gênero.

Veja abaixo alguns itens totalmente descartáveis na elaboração do seu currículo:

– Foto (Só deve ser enviada quando empregador solicitar)
– Número de documentos
– Título “currículo vitae” ou “currículo”
– Pronomes pessoais (Ao invés de colocar “eu desenvolvi um projeto” substitua por “desenvolvimento de projeto”)
– Informações negativas (Profissionais que não possuem algum tipo de conhecimento não devem colocar essa informação. A melhor opção é não informar nada)
– Nome de pais, marido ou esposa e filhos
– Referências pessoais (Contatos de pessoas que podem falar sobre o profissional não devem ser indicados)
– Motivo de saída de empregos anteriores
– Pretensão salarial
– Cartas de referência
– Certificados de cursos realizados
– Data e assinatura

Fonte: G1